Júpiter: Novas imagens impressionantes são capturadas pelo Telescópio James Webb e divulgadas pela NASA

James Webb continua sua saga de revelar detalhes jamais vistos pela civilização humana sobre os segredos do cosmos

de Redação Jornal Ciência 0

Sem dúvida, Júpiter é um dos mais enigmáticos planetas do nosso Sistema Solar. As novas imagens capturadas pelo Telescópio James Webb são as mais impressionadas já registradas.

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A distância da Terra até Júpiter varia, dependendo da localização dos dois planetas em um determinado momento, entre 591 milhões de km a 928 milhões de km. O gigante assustador é o maior planeta entre seus vizinhos, tão grande que cabem 1.000 planetas iguais à Terra dentro dele.

As fotografias divulgadas permitem ver que as auroras em Júpiter se estendem a grandes altitudes sobre os polos norte e sul

As novas imagens divulgadas pela NASA, na última segunda-feira (22/08), mostram novos detalhes jamais vistos de Júpiter, além de evidenciar a famosa Grande Mancha Vermelha — tempestade que dura mais de 350 anos, sem parar, com ventos de 432 km/h.

O Telescópio James Webb usa um sistema infravermelho em suas câmeras para registrar detalhes impossíveis de serem observados com outros equipamentos. Isso nos permite ver o “invisível”, a beleza oculta do planeta.

Os anéis de Júpiter são 1 milhão de vezes mais escuros que o planeta

A Near Infrared Camera (NIRCam) capta a radiação infravermelha nos comprimentos de onda entre 0,6 e 5 micrômetros, o que permite observar estrelas das primeiras galáxias do Universo, mas também explorar nossos vizinhos na Via Láctea.

O sistema conta com 3 câmeras que “traduzem” as informações da radiação infravermelha para o espectro da luz visível, através de filtros especiais.

Um filtro detecta as cores avermelhadas. Outro, detecta as cores amareladas e verdes; o terceiro filtro é destinado aos tons de azul. A Grande Mancha Vermelha surge branca nas imagens, com forte brilho, porque reflete grandes quantidades da luz solar.

Todas as partes brancas na superfície de Júpiter são pequenas e incansáveis tempestades densas.

O Telescópio James Webb mostra detalhes nas novas imagens que podem ajudar a perceber e entender o interior caótico de Júpiter

A NASA conseguiu um fantástico registro dos famosos anéis de poeira de Júpiter, que poucas pessoas sabem da existência. O Telescópio James Webb é considerado um marco histórico, pelo altíssimo custo de mais de R$ 50 bilhões, estando em órbita da Terra a 1,5 milhão de quilômetros, enviado ao espaço em 25 de dezembro de 2021.

Fonte(s): Observador Imagens: Reprodução / NASA

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