Jornal Ciência no seu WhatsApp

 

Clique aqui (61) 98302-6534, mande “olá” e salve nosso número. Você receberá primeiro as notícias do Jornal Ciência em seu celular.

Estudo mostra que estamos sendo intoxicados por usar alumínio para cozinhar

de Redação Jornal Ciência 0

Muitas vezes, a folha de alumínio é usada para embalar comida e lanches, ou até mesmo preparar alimentos no forno, mas médicos e cientistas alertam que utilizá-la pode ser extremamente prejudicial.

A princípio, as folha liberam o metal alumínio que é considerado uma toxina para o cérebro, que pode causar a diminuição da capacidade mental após anos de ingestão. 

Outros males também foram associados ao uso indireto do produto, como perda de equilíbrio, falha de memória e até mesmo a doença de Alzheimer em idades avançadas. 

Peligro-cocinar-alimentos-papel-aluminio_2

Já quando usamos a folha de alumínio para cozinhar no forno, mais metal é liberado, e ele pode se acumular nos nossos ossos e reduzir a quantidade de cálcio que eles são capazes de absorver.

Além disso, se a fumaça proveniente dos alimentos preparados com alumínio for inalada, vários problemas respiratórios podem surgir, embora este assunto não seja muito comentado

@B

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera seguro ingerir apenas 1 miligrama por quilo do peso corporal de uma pessoa por semana dos metais encontrados na folha de alumínio. Ou seja, se uma pessoa pesa 60 quilos, ela pode ingerir 60 miligramas da substância da folha de alumínio por semana.

Um estudo publicado International Journal of Electrochemical Science mediu a quantidade de alumínio transferida para a comida quando se prepara carne moída no forno com papel alumínio. 

O estudo revelou que, quanto mais tempo o alimento fica no forno embrulhado, mais partículas nocivas são transferidas para a comida.

Os pesquisadores perceberam que, ao usar molhos ácidos ou apimentados, a dissolução de partículas nocivas do alumínio duplica.

Eles realizaram um teste com um pedaço de carne com molho de tomate e vinagre e o resultado mostrou que o foram absorvidos 465 miligramas de alumínio, ou seja, quase 8 vezes mais do que recomenda a OMS para uma pessoa com 60 quilos.

Fonte: USPDiário de Biologia Fotos: Reprodução / Diário de Biologia

Jornal Ciência