Brasil é o país mais deprimido e ansioso da América Latina, de acordo com OMS

de Julia Moretto 0

Atualmente, cada vez mais pessoas sofrem de depressão. Nos últimos dez anos, o número de pessoas deprimidas aumentou 18,4%.

Jornal Ciência no seu WhatsApp

Clique aqui (61) 98302-6534, mande “olá” e salve nosso número nos seus contatos. Você receberá notícias do Jornal Ciência diretamente no seu celular.

 

De acordo com um relatório feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS), 322 milhões de pessoas no mundo sofrem com os efeitos da depressão – cerca de 4,4% da população.

 

No Brasil, 5,8% da população sofre com a desordem. Esse número é o mais alto do continente latino-americano. A faixa etária de maior prevalência da doença é entre os 55 e 74 anos.“Apesar de a depressão atingir sujeitos de todas as idades, o risco se torna maior na presença de pobreza, desemprego, morte de um ente querido, ruptura de relacionamento, doenças e uso de álcool e de drogas”, explica o relatório.

 

Em relação à ansiedade, o Brasil também lidera a lista, 9,3% da população. Este problema engloba outros efeitos como ataques de pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, fobias e estresse pós-traumático. As mulheres são as que mais sofrem: 7,7% das mulheres são ansiosas e 5,1%, deprimidas. Em relação aos homens, esse número cai para 3,6% em ambos os casos.

 

O estudo ainda mostra uma possível causa para índices tão elevados. “Esse crescimento é sentido principalmente em países com menor renda, porque a população está aumentando e mais gente está vivendo até a idade em que depressão e ansiedade são mais comuns”.

[ Plus55 ] [ Fotos: Reprodução / Plus55 ]

Jornal Ciência