TOP 5 cadáveres que “se recusaram” a entrar em decomposição e ficaram famosos por isso

de Merelyn Cerqueira 0

O processo de decomposição de um corpo é especialmente complexo. Ele começa minutos após a morte.

Conforme as células vão morrendo, as bactérias iniciam o processo de desintegração pela liberação de gases como metano e sulfeto de hidrogênio.

Dependendo de onde o corpo estiver, insetos aparecerão para ajudar no processo, uma vez que o corpo humano é um bom lugar para se alimentarem e depositarem seus ovos. Todo o processo evolui até a putrefação, apenas ossos e, finalmente, pó.

Contudo, há alguns corpos que simplesmente se recusam a passar por esse processo, seja em razão de fatores naturais ou de intervenção humana. Abaixo, você confere cinco cadáveres nestas condições. 

1 – Santa Zita

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Zita foi uma jovem italiana que viveu no século 13. Ela começou a trabalhar como doméstica para a nobreza quando era ainda bem jovem. Após 30 anos exercendo sua profissão, ela morreu em 1272, aos 60 anos.

No entanto, passados 300 anos deste evento, quando seu corpo foi exumado, descobriu-se que não havia sinais de decomposição. O cadáver aparentemente secou e naturalmente foi mumificado, conservando todas suas feições. O corpo de Zita atualmente permanece exposto na Basílica de San Frediano, em Lucca, na Itália.

2 – Dashi-Dorzho Itigilov

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Dashi-Dorzho foi um lama na tradição budista tibetana. Enquanto ainda estava vivo, pediu a seus companheiros que começassem as preparações para seus ritos funerários. Ele morreu pouco tempo depois, enquanto meditava sentado.

Nesta mesma posição foi enterrado em uma caixa de pinho. Em 2002, quando seu corpo foi exumado sob a presença dos líderes da Tradição Budista Sangha da Rússia, descobriu-se que ele estava essencialmente conservado, com músculos inteiros, tecidos internos, juntas flexíveis e pele.

3 – La Doncella

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Há cerca de 500 anos, uma garota inca de 15 anos foi levada até uma das íngremes montanhas da Argentina. Por um ano ela foi drogada e usada em um ritual de sacrifício.

Seu corpo foi encontrado em 1999, sob as baixas temperaturas do ar quase rarefeito dos Andes, que preservou seu corpo por séculos. Autópsias revelaram que dentro de sua boca foram colocadas muitas folhas de coca.

Seu intestino estava cheio, o que sugeria que até o ponto em que havia morrido, há tempos não evacuava.

Contudo, e apesar da aparência, a criança não apresentou sinais de estado de angústia e sofrimento.

4 – Lady Xin Zhui

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Também conhecida como “Lady Dai” , o corpo desta chinesa, esposa de um nobre durante a dinastia Han, foi encontrado preservado por mais de 2.100 anos. 

Ela teria vivido uma vida extravagante, repleta de luxo e boa comida. Seu corpo foi encontrado em 1971, aparentemente com sangue preservado, pele, órgãos internos intactos, cabelos e cílios.

Uma autópsia revelou que a mulher estava acima do peso, com pressão arterial alta, apresentava artérias obstruídas, doença hepática, cálculos biliares, diabetes e coração severamente danificado. 

5 – Santa Catarina Labouré

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Em 1830, Santa Catarina relatou que havia sido visitada por Virgem Maria na França. Sua história logo se espalhou por toda Europa, ao passo em que acabou se tornando querida por católicos de todo o mundo.

Ela morreu em 1876 e seu corpo exumado em 1933, durante um evento de beatificação. Seu corpo foi encontrado em um estado perfeito de conservação, ao ponto que suas articulações ainda estavam flexíveis.

Atualmente, o cadáver de Santa Catarina Labouré está exposto em Paris.

Fonte: Mental Floss Fotos: Reprodução / Mental Floss

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