Jornal Ciência no seu WhatsApp

 

Clique aqui (61) 98302-6534, mande “olá” e salve nosso número. Você receberá primeiro as notícias do Jornal Ciência em seu celular.

Pelo bem-estar de seus filhos, você não pode ser uma mãe “em sofrimento”, segundo dados psicológicos

de Merelyn Cerqueira 0

Mães em sofrimento são vítimas de sua própria tristeza porque não sabem como separar o amor e a dor.

No entanto, o que elas não consideram é que o sofrimento não é um sinal de amor e, portanto, não traz qualquer benefício para elas ou filhos.

Por outro lado, quando aprendem a ser felizes, prósperas e positivas, acabam sendo mais úteis à prole, bem como a si mesmas.

Existem diferentes fundamentos sobre o que forma uma “mãe em sofrimento”, uma das mais conhecidas é a deficiência intelectual e física dos filhos, que funciona como gatilho.

pelo-bem-estar_1

Ninguém nasce sabendo como ser mãe. Por esse motivo, muitas mulheres acreditam que o amor pelas crianças significa chorar e se angustiar 24 horas por dia por eles.

Por exemplo, elas praticamente punem a si mesmas quando estes nascem portando algum defeito físico ou psicológico. Então, sem querer acabam transmitindo este sofrimento.

As crianças são plenamente capazes de entender as emoções dos outros, e geralmente percebem os problemas quando veem alguém sofrendo. Os filhos das mães que se comportam dessa maneira costumam crescer com o pensamento de que são inferiores aos outros e incapazes de cumprir seus objetivos na vida.

Quando uma mulher passa por um abandono, sofre abuso físico e psicológico, é enganada, desprezada ou obrigada a sacrificar a própria juventude para criar sozinha um filho, até mesmo as que temem uma futura separação entre ela e os filhos, também se torna mais propensa a desenvolver este tipo de tristeza.

Como evitar ser uma “mãe em sofrimento”

  • – Evite usar as palavras pobrezinho, fracassado ou lástima para se referir aos filhos.
  • – Evite ter piedade. Saiba que ninguém é perfeito e muitos sofrem com alguma doença, deixam de tornar sonhos realidade ou faltam alguma coisa na vida. Não deixe seu filho acreditar que ele é o único passando por isso.
  • – Cuidar das crianças é muito importante, mas não os proteja demais. Ao longo da vida, todos nós encontramos um obstáculo que devemos enfrentar sozinhos. É por isso que as mães devem estar preparadas e preparar seus filhos para enfrentar os problema na vida. Além disso, evite sofrer por antecipação, afinal você nem sabe se um dia esse problema realmente acontecerá.
  • – Demonstre alegria, mostre-lhes que o amor é bem-estar, felicidade e otimismo.
  • – Toda mãe deve ter coragem para enfrentar qualquer dificuldade. As crianças merecem o melhor da vida. Seja corajosa e imponha-se perante as adversidades, lembre-se de que você é vista como exemplo.
  • – As crianças sempre precisam das mães, especialmente quando estão com medo ou doentes. Sendo assim, saiba que este é momento menos indicados para que você fique deprimida e deixe seus filhos na responsabilidade de outra pessoa.
  • – Não pretenda ser o centro das atenções das crianças para sempre. Lide com o fato de que amanhã elas crescerão e irão embora para viverem suas vidas. Evite fazê-los se sentirem mal por crescer, ou acreditar que a mãe é a única coisa importante em sua vida.

Uma das melhores coisas que uma mãe pode ensinar aos filhos é autoestima, e que estes não devem ter medo de mostrar quem realmente são. No entanto, para isso, ela precisará cuidar de sua própria saúde e bem estar emocional. 

As mães também devem parar de adiar seus sonhos mais individuais. Saiba que você pode ser uma mãe de família e ao mesmo tempo uma pessoa que precisa de um tempo sozinha para fazer o que tem vontade.

Mulheres que sacrificam demais pela família são as mais propensas a sofrerem depressão.

Saiba que tudo o que você faz reflete em seus filhos, já que crianças conseguem ser extremamente perspicazes. Portanto, uma mãe cheia de alegria e satisfação, consequentemente formará um adulto mais pleno e feliz.

Lembre-se sempre que, “para cada mãe em sofrimento, há um filho infeliz”.

Fonte: Porque no se me ocurrio Foto: Reprodução / Hiamag

Jornal Ciência