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Como conservar champanhe ou espumante aberto sem a rolha e manter o gás?

A bebida é a preferida das comemorações, mas após aberta, a rolha original não pode ser usada novamente. Veja o que fazer para manter o sabor e o gás

de Redação Jornal Ciência 0

Festas de fim de ano sempre pedem uma das bebidas mais famosas do mundo quando o assunto é comemorar algo. Durante o Ano-Novo, é sem dúvida a opção número 1 para a virada do ano.

Mantendo o gás do espumante ou champanhe

As bolhas que sobem na taça são o gás dióxido de carbono. Após estourar a rolha, começa o processo de liberação e dispersão do gás, o que faz a bebida perder sua efervescência aos poucos.

Após abrir a garrafa, você não terá o mesmo frescor borbulhante por muito tempo, mas de acordo estudo da revista Scientific American, o gás acaba se misturando melhor no espumante quando o líquido está bem gelado!

Então, quanto mais frio estiver na hora de abrir, menos gás perderá. Após isso, use uma tampa de rosquear ou tampa específica de vinhos que veda a boca da garrafa.

Caso não tenha nenhuma das opções, um pedaço de plástico filme envolvendo a boca da garrafa ajuda a minimizar o contato da bebida com o ar.

Ainda segundo a Scientific American, mesmo que você não tampe com nada, mas mantenha o champanhe bem gelado, ele poderá ficar dias em sua geladeira mantendo quantidades aceitáveis de gás.

Isso é válido apenas se você tem intenção de terminar de beber o espumante em poucos dias. Após isso, naturalmente o gás começará a sair, bem como as características de sabor e aroma.

O ideal é servir o espumante na temperatura de 7ºC. A garrafa nunca deve ser colocada no congelador ou freezer porque temperaturas muito baixas modificam a qualidade.

Qual a diferença entre champanhe e espumante?

Basicamente, um vinho só pode ser chamado de champanhe ou rotulado como um, se for produzido na região francesa que leva o mesmo nome, a cidade de Champanhe.

Para ser chamado champanhe, é obrigatório o uso de apenas 3 tipos de uvas (Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier). Além disso, passa por um processo chamado Método Champenoise.

Este método consiste em, obrigatoriamente, duas fermentações; uma no tanque que pode ser de concreto, aço inoxidável ou madeira, e a segunda fermentação ocorre na própria bebida já engarrafada, onde fica descansando por 2 meses, em média.

As leis francesas são rígidas sobre este assunto, consideradas as mais rigorosas do mundo, já que o nome Champanhe é protegido legalmente. Você só verá escrito no rótulo a palavra “champanhe” se for produzido nesta cidade francesa.

Já o nosso bom e velho espumante também é um tipo de vinho que passa por processos de fermentação natural de suas uvas (que podem ser de diversos tipos), produzindo o mesmo gás carbônico que vemos na taça. Ser um espumante não significa ter menos tecnologia ou qualidade em sua produção.  

Fonte(s): Scientific American / Mental Floss Imagem de Capa: Reprodução / Revista Menu

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