TOP 7 descobertas arqueológicas que vão te fazer morrer de medo

de Julia Moretto 0

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7 – Múmias em desespero

Gaston Maspero, um egiptólogo francês, encontrou a múmia não identificada em junho de 1896. Ela foi enterrada em um caixão simples junto com 40 reis e rainhas que foram encontrados cinco anos antes em algum lugar perto do Vale dos Reis, no Egito.

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Suas mãos e pés estavam amarrados e sua boca estava aberta como se estivesse com dor, gritando. Ele foi chamado de Homem Desconhecido E. Especialistas acreditavam que o corpo tinha sido envenenado, enterrado vivo ou torturado antes da morte.

6 – Vikings sem cabeça

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Esqueletos de 54 homens com 51 crânios foram encontrados em Weymouth, em Dorset, Inglaterra, em junho de 2009. Através da análise científica, os restos foram identificados como Vikings, todos do sexo masculino, que viveram durante a Idade Média entre os séculos 5 e 10. Eles foram executados ao mesmo tempo por anglo-saxões durante um conflito entre os dois grupos.

 

5 – O Monte Owen

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Em 1986, uma equipe de arqueólogos embarcou em uma expedição no Monte Owen, na Nova Zelândia para estudar seu sistema de cavernas. Eles tropeçaram com uma garra de aparência estranha. A análise mostrou que a garra era dos restos mumificados de um moa de 3.000 anos (Megalapteryx didinus), um gigantesco pássaro pré-histórico que se tornou extinto há séculos

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O moa foi descoberto pela primeira vez em 1839 por John Harris, que foi recebido na tribo maori. Ele enviou para Sir Richard Owen, um paleontólogo inglês que estudou durante quatro anos, concluindo que o osso pertence a um pássaro desconhecido.

4 – O túmulo dos crânios soltos

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A coleção de crânios de 8.000 anos de idade foi descoberta em 2009 na costa leste do lago Vättern, no sudeste da Suécia. Quando os arqueólogos descobriram os crânios, ficaram surpresos ao encontrá-los perfurados com estacas de madeira. Foram descobertos onze crânios da Era Mesolítica, que eles dizem que pertenceram a homens, mulheres, crianças e bebês. Os corpos foram removidos dos túmulos após a decomposição para serem reintroduzidos e foram exibidos como parte do ritual.

3 – O esgoto dos bebês

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Em 1988, uma equipe de escavações da Universidade de Harvard estava explorando o sistema de esgoto de uma cidade da era romana chamada Ashkelon. Eles encontraram pequenos ossos em que acreditavam pertencer a pequenos animais. Mais tarde descobriu-se que eram ossos humanos de bebê.

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O esgoto estava localizado sob um bordel romano ou casa de banho. Foram encontrados ossos de 100 crianças com uma semana de idade. Há a possibilidade de serem filhos de prostitutas e que tenham sido mortos intencionalmente como contracepção.

2 – O Povo do Pântano

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Os pântanos preservaram cadáveres naturalmente de pessoas no noroeste da Europa. Mais de mil corpos da Idade do Ferro foram descobertos.

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O mais conhecido é o Tollund Man (400-300 a.C.), encontrado na Península de Jutlandia, Dinamarca (1950) pelos trabalhadores de turfa Viggo e Emil Højgaard.

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Ele foi encontrado nu deitado na posição fetal, com uma capa de pele feita de pele de carneiro e lã. O laço feito de pele animal trançada estava firmemente preso ao pescoço dele. Os cientistas acreditam que ele tenha morrido devido a estrangulamento como um sacrifício humano. Grauballe Man recebeu o nome da vila na Dinamarca, onde foi descoberto em abril de 1952. Seu cabelo e as suas unhas permanecem surpreendentemente preservadas. Ele agora está em exibição no Museu de Pré-História de Moesgård em Aarhus.

1 – Guerra química

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Corpos de 20 soldados romanos foram descobertos em uma mina de cerco em Dura-Europos, na Síria há 70 anos. A evidência mostrou que os persas estavam à espera de romanos enquanto cavavam um túnel e bombeavam gases tóxicos de cristais de betume e enxofre. Eles foram mortos em questão de minutos.

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