TOP 5 casos bizarros de professores que mataram alunos

de Merelyn Cerqueira 0

Especialmente nos EUA, onde a legislação para o porte de armas é suave, é comum vermos casos de violência extrema em escolas. Infelizmente, estatísticas comprovam que tais ocorrências estão aumentando.

 

Embora na maioria das vezes os assassinatos e massacres sejam cometidos pelos estudantes, por uma série de razões que precisam ser discutidas e prevenidas, por vezes, os próprios professores se tornam os autores. Abaixo, você confere alguns dos casos mais bizarros:

 

5- Raymond Dale Payne

Em agosto de 1975, Debbie Gama, uma adolescente de 16 anos, discutiu com a mãe e saiu de sua casa em Erie, Pensilvânia (EUA), para nunca mais voltar. Seu corpo, parcialmente decomposto, foi descoberto quatro dias depois flutuando em Cussewago Creek. Seu pescoço, pulsos e pernas estavam amarrados com arame e ela havia sido estrangulada. Verificou-se ainda evidências de relações sexuais post-mortem.

 

Passados 400 dias do crime, a polícia descobriu que o arame usado para matar Gama estava associado a Raymond Dale Payne, 39 anos, professor de inglês favorito de Gama. Durante a longa investigação, Payne continuou trabalhando na escola que a jovem havia frequentado. Ele foi acusado de assassinato em 1976, declarando-se culpado.

 

Payne disse que havia amarrado Gama a uma árvore, mas não a estuprou ou matou. No entanto, ele foi considerado culpado de assassinato em primeiro grau e condenado a prisão perpétua. Durante décadas, ele tentou reduzir sua sentença, alegando que deveria ser condenado por um crime menor, de homicídio culposo.

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4- Liu Hongwen

Em 30 de setembro de 2004, Liu Hongwen, um professor de 28 anos, foi para sua escola na província central de Hunan, na China. Ele trabalhava no local há um ano, apesar do conhecido histórico de ser portador de uma doença mental. Naquele dia, ele entrou em uma sala de aula portando um cutelo e matou quatro crianças. Em seguida, foi para outra sala onde manteve 64 pessoas – incluindo crianças e professores – como reféns por várias horas.

 

Hongwen chegou a atacar quatro professores, até que a polícia conseguiu fazê-lo desistir e se entregar. No total, quatro crianças morreram e nove estudantes e três professores ficaram feridos. Mais tarde, Hongwen se declarou inocente por motivo de insanidade. De fato, ele foi diagnosticado com esquizofrenia e enviado a um hospital para receber ajuda psiquiátrica.

3- Violet John Berling

Em 12 de outubro de 1950, a delegacia de polícia em Long Beach, Califórnia, recebeu um telefonema assustado de uma professora de música chamada Violet John Berling. Ela alegava que sua aluna de 10 anos, Katherine Frances Erickson, não estava respirando. Quando a polícia chegou no local, encontrou a criança morta, mas com os pés e mãos amarrados a uma cadeira e uma alça de sanfona em volta dos ombros.

 

Berling negou ter matado a criança, alegando que esta havia se amarrado sozinha na cadeira porque era masoquista. Quando questionada sobre o que a menina estava fazendo em sua casa, a professora afirmou que ela havia se mudado para lá com permissão dos pais, que estavam passando por dificuldades e concordaram que praticasse sanfona em tempo integral. No entanto, Berling manteve os pais longe da menina, alegando que eles iriam atrapalhar o aprendizado.

 

A polícia descobriu que a professora estava abusando de Erickson, que comumente era amordaçada e amarrada a uma cadeira. No dia em que morreu, a menina havia se engasgado com o próprio vômito.

 

Um legista confirmou que alguns dos cortes e contusões, tanto os novos quanto os já cicatrizados, não poderiam ter sido auto infligidos. Berling então respondeu por assassinato e foi condenada à prisão perpétua.

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2- Norman Simonstrain

Em 1986, 22 corpos foram encontrados na área de Cape Flats, na Cidade do Cabo, África do Sul. Exceto por um homem não identificado, a maioria das vítimas eram meninos com menos de 15 anos, todos sodomizadas, estrangulados e enterrados em covas rasas.

 

Em 1992, a história estava fazendo manchetes nacionais, e o Serviço de Polícia da África do Sul desenvolveu um perfil do assassino, que sugeria a este uma idade de 28 anos. A suspeita era de que ele trabalhava como professor, policial ou padre, e provavelmente havia sido abusado sexualmente antes dos 14 anos de idade.

 

A última vítima do assassino, Elroy van Rooyen, de nove anos, foi vista pela última vez em uma estação de trem em Mitchells Plain, uma cidade de Cape Flats. Graças a relatos de testemunhas oculares, a polícia localizou Norman Simons, 27 anos, um professor da quinta série e ex-professor de uma das vítimas, Neville Samaai.

 

Simons foi encontrado internado em um hospital psiquiátrico para tratar um problema de depressão. Além de confessar o assassinato de van Rooyen, relatou ter sido estuprado pelo próprio irmão quando ainda era criança. Já que não havia provas físicas que o ligassem aos outros crimes, foi condenado apenas pelo assassinato de uma criança.

 

Ele foi apelidado de “O Estrangulador da Estação” porque aparentemente usava o local para atrair crianças, utilizando sua posição como professor para fazê-lo. Ele foi condenado a 35 anos de prisão, entrando em liberdade condicional em 2015.

1- Heinz Schmidt

Passeata em homenagem aos alunos mortos

Às 11h00 do dia 20 de junho de 1913, Maria Pohl, professora da escola Marienschule em Bremen, Alemanha, organizou seus alunos em duas filas para o recreio. Neste momento, Heinz Schmidt, um professor desempregado de 29 anos, subiu as escadas e começou a atirar nos estudantes. Duas meninas morreram imediatamente, e uma que tentou fugir pelo corrimão de uma escada, caiu para a morte.

 

Reagindo rapidamente, Pohl barricou o resto dos alunos em uma sala de aula. Um zelador que ouviu os tiros pulou em Schmidt quando este começou a arrombar a porta. Schmidt conseguiu tirar o zelador de suas costas, posteriormente atirando em sua face. Schmidt então voltou sua atenção para um grupo de meninos que corria pelo pátio, ferindo cinco deles. Uma professora tentou pará-lo e foi baleada duas vezes.

 

Finalmente, 15 minutos após o início do tiroteio, um cocheiro entrou na escola e parou o atirado, acertando-o com um forcado (instrumento parecido com um garfo gigante usado em jardinagem e na agricultura).

Schmidt foi preso e teve que ser protegido de uma multidão de tentava linchá-lo. No total, 21 pessoas ficaram feridas e cinco foram mortas. Schmidt foi enviado para um hospital psiquiátrico onde morreu 20 anos depois. Hoje, o tiroteio na escola de Bremen é considerado na história o primeiro assassinato em massa que ocorreu dentro de uma escola.

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